Da Assessoria
Cuidar da saúde cardiovascular nunca foi tão importante, principalmente, neste período de pandemia, que segundo dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), houve aumento de 132% no caso de mortes causadas por problemas cardíacos no país. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 10 milhões de pessoas no mundo morrem em razão de problemas como infarto, doença vascular periférica e morte súbita.
O cardiologista Sandro Andrey Nogueira Franco, que atua no Hospital São Mateus, em Cuiabá, explica que para se ter uma boa saúde cardiovascular existem três pilares que devem estar alinhados.
O primeiro pilar consiste em uma dieta balanceada, com controle das calorias para evitar a obesidade. “A dieta deve ser pobre em gorduras saturadas para evitar um aumento do colesterol e com quantidade reduzida de sal, para evitar a hipertensão, que é um dos grandes fatores de risco cardiovascular”.
O cardiologista explica que o segundo pilar para a saúde vascular é se manter ativo. “Praticando muita atividade física sendo um mínimo de 30 minutos, 5 a 7 vezes por semana, podendo ser exercícios aeróbicos associados a exercícios de resistência. Também é importante enfatizar que quanto maior a intensidade e o tempo do exercício, maiores serão os benefícios”. Segundo a OMS, o sedentarismo é o quarto fator de risco de morte no mundo.
Já o terceiro pilar é ter uma boa saúde mental, com a busca pelo equilíbrio emocional. “Sabemos que o estresse é um dos grandes fatores de risco cardiovascular, contribuindo para aumento de infarto do miocárdio e de acidente vascular encefálico. Para evitar devemos controlar nosso tempo, dando importância para o sono e atividades de lazer, aproveitando o tempo livre e finais de semana, bem como não esquecer de tirar férias”, aponta o médico.
Sandro reforça que pessoas com fatores de risco cardiovascular como hipertensão arterial, colesterol elevado, diabetes e obesidade, devem se controlar com medicação e, principalmente, com mudança de hábitos.
“Fazer um acompanhamento médico e laboratorial regular para manter as taxas dentro dos alvos recomendados para cada uma dessas patologias é fundamental”, pontua.

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