Da Redação
Após decisão da Justiça, sobre prorrogação por mais 7 dias das medidas restritivas em Cuiabá e Várzea Grande, o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) anunciou que "cumpre decisão, mas defende autonomia para gerir o município".
Confira as informações da gestão da Capital, acerca do assunto:
Após audiência de conciliação judicial nesta quinta-feira (09), realizada via videoconferência, o juiz José Luiz Leite Lindote, da Vara da Fazenda Pública de Várzea Grande, decidiu pela prorrogação do período de quarentena coletiva obrigatória nos municípios de Cuiabá e Várzea Grande por mais sete dias. A quarentena coletiva obrigatória será mantida até o dia 17 de julho. O prefeito Emanuel Pinheiro cumpre decisão, mas defende autonomia para gerir o município.
“Sou a favor de salvar vidas, inclusive, essa é a minha missão durante o enfrentamento à pandemia. Montamos um Comitê Municipal de Enfrentamento para basear nossas decisões em dados técnicos, em recomendações de organizações mundiais de saúde, no Ministério da Saúde, sou o primeiro a defender a saúde do povo cuiabano e por isso insisto no meu direito de tomar decisões como prefeito eleito. Respeito a decisão do magistrado e vou acatar, mas espero manter o diálogo, sempre cumprindo meu papel como gestor e honrando a confiança do povo de Cuiabá”, pontuou Emanuel Pinheiro.
Por meio do Secretário de Saúde Luiz Antonio Pôssas de Carvalho, Cuiabá propôs a reavaliação conjunta dos indicadores, não apenas da Capital, mas de outras cidades do Estado que tenham alto índice de contaminação de Covid-19. O pedido considera o fato de que Cuiabá está acolhendo mais de 65% de pacientes de outros municípios do Estado, e não seria justo impactar apenas a economia da Capital. Sobretudo, o posicionamento visa minorar os impactos da quarentena ao setor econômico e ao Sistema de Saúde da Capital, que já estão completamente fragilizados pela pandemia.
Na mesma reunião, tanto Cuiabá, quanto Várzea Grande entraram em um consenso e aceitaram a prorrogação da quarentena por mais sete dias, seguindo a mesma linha de pensamento, principalmente por defenderem a necessidade de medidas técnicas conjuntas e também por acreditarem que, neste prazo, será possível sentir os impactos das semanas de quarentena já implantadas e ganhar tempo hábil para habilitação de novos leitos de UTI e novas medidas de biossegurança e contenção do vírus.
Com Assessoria

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