As ações de um grupo de trabalhadores da Educação - em greve, ontem (18) na Assembleia Legislativa, na tentativa de ocupar o Plenário do Poder, não gerou apenas tumulto no local, mas um incidente sobre uma servidora do Legislativo.
A servidora, que relatou o ocorrido a esta coluna e prefere manter seu nome em sigilo, descreveu o momento de tensão:
"Estava adentrando no Plenário quando eles vieram para invadir. Um professor me segurou pelo braço e outra professora me espremia contra a porta. Os seguranças não conseguiram me tirar deles. Comecei a gritar para parar e pedia socorro. Até que um segurança que estava no Plenário próximo da porta, veio me socorrer. E após confrontar com eles que conseguiu tirar o meu braço que estava sendo segurado com muita força. Fiquei com hematoma no braço, fiquei mal. A pressão elevou. Eles são violentos. E ainda me identifiquei como servidora e estava trabalhando, e falei de forma educada, mas vieram com essa violência".
Em tempo, o site FocoCidade se solidariza à servidora da AL, frisando o reconhecimento ao direito de greve dos trabalhadores, mas contra qualquer ato que denote desrespeito e/ou violência - em nome de uma causa.

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