Da Redação
Pleito de prefeitos, leia-se do Estado de Mato Grosso, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 391/2017, que acrescenta mais 1% ao primeiro decêndio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) no mês de setembro de cada ano, passa a contar com respaldo do Governo Federal.
O anúncio foi feito pelo presidente Jair Bolsonaro, nesta terça-feira (9), ao participar da Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, durante solenidade de abertura do evento.
A decisão, acordada com o ministro da Economia, Paulo Guedes, deve agilizar a tramitação da matéria na Câmara dos Deputados. Atualmente, a CNM aguarda a reinstalação da Comissão Especial que irá analisar o texto. “Aqui não existe presidente, governador e prefeitos. Somos todos iguais na busca do mesmo objetivo, que é o bem da população brasileira”, alegou.
Bolsonaro subiu ao palco acompanhado do presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Glademir Aroldi; dos ministros de Estado; e dos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre.
O presidente da República começou sua fala com uma provocação aos participantes: “Por que um país tão rico como esse não vai para frente? Como pode pequenos países, como Japão, Coreia do Sul e Israel, que, perto de nós, no tocante a riquezas naturais e à agricultura, não têm nada, terem IDH [Índice de Desenvolvimento Humano] e renda per capita muito melhores que os nossos?”. Assim, iniciou um discurso para exaltar a importância das reformas e da união, tema da 22ª edição do maior evento municipalista do país.
Reestruturar o país
O presidente elogiou o quadro ministerial e reforçou o compromisso em equilibrar as contas públicas, além de sugerir o potencial das mudanças que estão sendo implementadas pelo governo em algumas áreas. “Não podemos deixar nossa economia dependente de commodities. Temos que investir em ciência, tecnologia e inovação. Somos defensores do Bolsa-Família, mas o que tira o homem de uma situação difícil é o conhecimento”, defendeu.
Para Bolsonaro, a oportunidade de dialogar com os gestores e, consequentemente, com a população que vive nos Municípios será o pontapé inicial para alinhar as políticas públicas, do nível federal ao local, às necessidades dos brasileiros. “Não existe responsabilidade maior, tenho orgulho e honra de me dirigir a uma plateia tão seleta, responsável e patriota. Queremos dividir o pouco que temos com vocês, pelo pacto federativo”.
Com Agência CNM

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