Da Redação
O Ministério Público do Estado de Mato Grosso monitora a coleta e análise de amostras do Rio Paraguai, na região da APA Nascentes do Rio Paraguai, para verificar as causas do dano ambiental divulgado nas redes sociais desde ontem. Segundo o MP, "o que se especula é que a contaminação tenha ocorrido no interior da referida unidade de conservação".
A APA Nascentes do Rio Paraguai já foi alvo de coleta promovida pelo Núcleo de Estudos Ambientais e Saúde do Trabalhador – NEAST do Instituto de Saúde Coletiva - ISC da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), no ano de 2017, cuja análise revelou contaminação por agrotóxicos na referida Área de Proteção Ambiental Estadual.
Na ocasião, foram detectados princípios ativos de substâncias para os quais não há limites de segurança previstos no Brasil, tanto para água potável quanto para água superficial, como o Clomazone, Imidacloprido, Propoxur e Tiametoxam.
De acordo com informações da 2ª Promotoria de Justiça de Diamantino, o relatório técnico foi anexado aos autos das ações civis públicas já propostas, bem como nos recursos interpostos pelo MPE. Atualmente, existem 19 processos em tramitação na 1ª Vara Cível de Diamantino sobre o assunto.
Com informações MP

Ainda não há comentários.
Veja mais:
Estado alerta: RGA de 4,26% provoca impacto de R$ 1 bilhão
Consignados: Governo aciona Justiça para manter suspensão
PF confirma prisão de mulher por crime de moeda falsa
Operação Gardien: Polícia Federal mira rede de pedofilia em MT
Janeiro Branco e a Ansiedade de Avatar
Crimes contra a receita: Defaz bloqueia mais de R$ 620 mi
Senado deve votar em março PL do streaming criticado por Wagner Moura
O salário mínimo mudou e minha aposentadoria muda?
Energia solar: TJ condena concessionária por contas elevadas
O ser e o estar: Onde Deus habita!