Que todos os Poderes Constituídos e órgãos como o Ministério Público e Tribunal de Contas do Estado trabalham buscando a transparência, lisura dos atos e aplicação dos recursos fiel aos preceitos da Constituição, é uma teoria bastante discutível nos termos devidos da interpretação de ações que recaem sobre a justiça social.
O funcionamento do novo Hospital Municipal de Cuiabá, ou o novo Pronto Socorro como ficou mais conhecido, depende nesse momento de decisão da Justiça - em ação interposta pelo Ministério Público que questiona os contornos de planejamento para transferência de serviços à nova unidade.
Até aí, tudo bem. Ontem, em coletiva à imprensa, o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), conhecedor das nuances jurídicas e dono de habilidade ímpar quando se trata de buscar consenso, mensurou a necessidade de consolidar entendimento com os órgãos de controle e Justiça - seguindo o rito. E para isso, assevera possuir o plano de ação exigido.
Em tempo, e com o devido respeito à Justiça, MP, TCE e demais que questionam o planejamento, fica a pergunta: não seria melhor todos sentarem à mesa com meta de rápida resolução acerca do assunto?
Afinal, serve uma outra questão a título de reflexão: alguém dos que questionam é usuário do SUS ou possui familiares dependentes do Sistema Único de Saúde?? A população agradece a esperada celeridade, já que não é novidade para ninguém as mortes na fila de espera da saúde pública...

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