Da Redação - FocoCidade
A prefeitura de Cuiabá informou que a operação Ippon, deflagrada pela Polícia Judiciária Civil, foi alvo de denúncias e assim, o contrato "foi finalizado no início de 2017". Destacou que a operação "tem como foco a investigação de irregularidades tributárias, e não problemas de improbidade administrativa na Secretaria de Assistência Social e Desenvolvimento Humano".
A informação é do Procurador Geral do Município, Luiz Antônio Possas, que acompanha o trabalho dos policiais desde o início da manhã. De acordo com ele, as possíveis irregularidades dizem respeito a um antigo prestador de serviços do projeto Siminina, o Instituto Mato-grossense de Artes, Cultura e Desporto. "Seu contrato, que teve início em 2014, foi finalizado em início de 2017, mesmo ano no qual foi feita a denúncia. Estamos colaborando com a polícia, segundo determinação do prefeito Emanuel Pinheiro", afirmou.
O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, determinou que o titular da Pasta, Wilton Coelho e demais servidores, colaborem com documentos, informações e o que mais for necessário ao trabalho da Delegacia Especializada de Crimes Fazendários (Defaz), responsável pela ação. No total foram expedidos cinco mandados de busca e apreensão.
Emanuel reforça que a administração do município é a maior interessada no resultado da averiguação. "Já Sabemos que se trata de um fornecedor antigo, mas ainda assim, queremos colaborar com a Defaz e nos colocamos à disposição para quaisquer informações necessárias ao bom andamento das investigações", reforçou Pinheiro.
Com Assessoria

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