Da Redação - FocoCidade
O Fórum Sindical de Mato Grosso declarou apoio à candidatura de Wellington Fagundes (PR) ao governo do Estado. O movimento agrega 32 categorias e representa, somente no poder Executivo, 100 mil servidores. Wellington lidera uma ampla coligação e representa oposição ao atual governo.
Representantes do Fórum destacaram que a candidatura do republicano é a grande oportunidade para o servidor público se reconhecer dentro de um projeto político. E isso se fortalece ainda mais pelo fato de Wellington ter Sirlei Theis, uma servidora pública estadual concursa, como candidata à vice.
Após uma reunião ampla, na qual o candidato apresentou seu Plano de Governo e conversou abertamente sobre a forma como quer conduzir o Estado nos próximos quatros anos, os representantes expuseram anseios e urgências. Também propuseram sugestões ao Plano de Governo. O perfil democrático, municipalista e conciliador de Wellington promoveu a aproximação e selou o apoio dos servidores públicos ao republicano.
“O mais importante desse encontro foi ter a certeza de que o servidor precisa ser convidado a participar. Eles estão dispostos e prontos para ajudar. Vamos estabelecer um canal de comunicação e diálogo permanente já a partir do governo de transição”, destacou Wellington Fagundes.
O coordenador do Fórum Sindical de Mato Grosso, Antônio Wagner Oliveira, disse que o bom gestor é aquele que sabe dialogar. “Isso é a primeira característica de um bom governante. A segunda é a humildade. Ele não pode entrar no governo achando que sabe de tudo. Quem mais sabe é quem convive com os problemas, que, em geral é o servidor. Respeitar as entidades de classe é respeitar o servidor e a sociedade”, frisou Oliveira
O dirigente completou ainda que os servidores foram ‘descontruídos’ pela atual gestão. “O servidor passou a ser mal visto pela sociedade e pelos empresários. O servidor público é aprovado por meio de concursos dificílimos e está a serviço do Estado para atender as pessoas e isso foi desconstruído por esse governo”.
O presidente licenciado do Sindicato dos Servidores Públicos da Saúde de Mato Grosso (Sisma), Oscarlino Alves, contou que o atual governo, entre outras coisas, defendia nas eleições passadas que trataria a saúde como prioridade. “O Conselho Estadual de Saúde foi desprezado para dar lugar à imposição da política verticalizada do governo. Falta tudo, de medicamentos à insumos, unidades depreciadas, trabalhadores da saúde doentes, muitos com depressão. Nem uma cadeira foi comprada. A saúde pública é de fato muito complexa, mas sem condições mínimas de trabalho e sem diálogo, a pasta de torna mais complexa ainda”.
Com Assessoria

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