Da Redação - FocoCidade
A nova gestão do MT Saúde, plano de saúde dos servidores, anunciou a atualização dos valores de mensalidades e coparticipação. É uma alternativa que conta com aval de sindicatos, e pode "salvar" teoricamente o sistema que atravessa crise na manutenção em razão da escassez de recursos no caixa público.
O Executivo publicou no Diário Oficial do Estado (DOE) na última sexta-feira (4) Decreto 1.476, pontuando o trabalho de readequação do benefício. A referida atualização foi apresentada no dia 27.04 ao Fórum Sindical no auditório da Secretaria de Fazenda (SEFAZ), que entendeu e apoiou a necessidade da mudança nas tabelas do plano.
O atual gestor do Mato Grosso Saúde, Basílio Bezerra, entende que deva acontecer o equilíbrio financeiro com o novo ajuste das tabelas, que não ocorria desde 2015, levando a uma melhor sustentabilidade do plano. “Mais uma vez frisamos que não é um aumento real, e sim, uma atualização dos valores da mensalidade com o mesmo índice que reajustou o RGA dos servidores, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor”, afirmou o presidente do plano.
Segundo o presidente do Instituto, este aumento auxiliará no equilíbrio financeiro das contas do Plano. “Precisamos pagar os nossos prestadores com aquilo que arrecadamos para que o Plano se torne mais seguro administrativamente, com uma rede mais estável aos nossos servidores, e só conseguiremos isso através desta nova, e importante, medida”, disse Basílio.
O Mato Grosso Saúde prevê que com esta nova arrecadação possa ainda expandir a sua rede de credenciados, levando mais serviços aos seus beneficiários. “Com esse incremento em nossa receita, podemos prospectar novos prestadores de saúde, por exemplo, estamos em via de credenciarmos um grande hospital na capital que nos atenderá com diversas especialidades, como: endocrinologia, pneumologia, geriatria, neurologia, UTI neonatal e adulta, hemodinâmica, reumatologia adulta e infantil, ortopedia especializada em coluna, pediatria, entre outros serviços. Isso não seria possível com a arrecadação anterior”, reforçou Basílio. (Com assessoria)

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