Da Redação - FocoCidade
O PSD segue "dividido" nas articulações que visam as Eleições 2018. Isso até a convenção do partido que irá deliberar pelo projeto, que poderá ser na base de apoio à reeleição do governador Pedro Taques (PSDB), ou de adversário, dependendo dos entendimentos na reta final.
Depois de várias rodadas de reuniões em que o presidente estadual Carlos Fávaro asseverou "independência" do partido para construir projeto rumo ao pleito, com discordância de deputados que se alinham ao plano de reeleição de Taques, o partido afunilou questão mantendo dois eixos de articulações.
Por meio de nota nesta sexta-feira (6), o deputado Gilmar Fabris pontua decisão de reunião entre Fávaro e parlamentares, em que segundo ele, ficou garantida a posição de integrantes da bancada na Assembleia Legislativa de seguir junto com Taques.
A nota também assinala que a independência proposta por Fávaro fica assegurada na expressão da liberdade de outros membros para discutir possível composição com eventual adversário do governador. E que decisão acerca do projeto oficial do partido será conferida "por maioria do diretório".
A legenda também referenda as ações de Fávaro para construir projeto de disputa ao Senado.
Confira a nota na íntegra:
"Diante das últimas informações a respeito do PSD, o líder do partido na Assembleia Legislativa, deputado estadual Gilmar Fabris, vem a público informar que:
• Na manhã de hoje, em um café na residência do deputado Gilmar Fabris, juntamente com o presidente do partido, Carlos Favaro, e os deputados Wagner Ramos, Pedro Satélite e Ondanir Bortolini, o Nininho, após contato com vários vereadores, prefeitos e lideranças, concluíram que o partido vai ter a seguinte pauta:
• O partido buscará espaço para uma vaga ao Senado representada por Carlos Favaro
• Os candidatos a Assembleia Legislativa e Câmara dos Deputados do PSD querem estar no “chapão” que será construído pela coligação.
• Os deputados continuam na base do governo e ajudarão a construir a reeleição do governador Pedro Taques (PSDB) juntamente com vereadores, prefeitos e lideranças do PSD que são aliados dos parlamentares.
• Serão respeitadas as lideranças dentro do partido que pretendem trabalhar a coligação com algum candidato ao governo do Estado que eventualmente venha a surgir no cenário político.
• No momento correto, o PSD democraticamente decidirá, por maioria do diretório, a coligação que ora atendeu aos seus objetivos."

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