Da Redação - FocoCidade
Presidente do PDT estadual e voz ferrenha da oposição na Assembleia Legislativa, o deputado Zeca Viana reafirmou a disposição para pleitear o comando do Palácio Paiaguás nas Eleições 2018.
O dirigente partidário não dispensou críticas à gestão do governador Pedro Taques (PSDB), asseverando que “o Estado de Mato Grosso está capengando numa administração que não conseguiu até agora fazer o dever de casa que é garantir o pleno equilíbrio fiscal e financeiro do Estado”.
O Executivo de Mato Grosso, por sua vez, acentua que o período é de recuperação, se sobressaindo ao cenário de extrema crise na economia, e frisando os efeitos nefastos à atual gestão de ações a cargo do ex-governador Silval Barbosa, que despencaram na administração como a aprovação de aumento salarial e leis de carreira, inflando a folha de pagamento do funcionalismo e assim, atingindo em cheio a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
Zeca diz que “faltou gestão”, assinalando reflexos que chegaram aos municípios, como o atraso nos repasses da Saúde. De aliado de Taques, nas Eleições 2014, junto com nomes como o do ex-prefeito de Lucas do Rio Verde, Otaviano Pivetta, Viana virou adversário, leia-se a composição da Mesa Diretora do Poder no exercício da Legislatura 2015.
Preferindo não mencionar as siglas postas na mesa de debates, ele garante que o PDT tem condições de ou liderar chapa majoritária, ou de integrar um projeto forte de disputa ao Governo. “Estamos fazendo várias reuniões e neste fim de semana, mais conversas ocorrerão. Temos um partido com bons nomes e também estamos avaliando as possibilidades com outros partidos”, afiançou.
Segundo fonte, as articulações passam por líderes como o ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes, o secretário de Assuntos Estratégicos de Várzea Grande, Jaime Campos, além de Pivetta, do PR por meio do senador Wellington Fagundes e ainda o MDB, na lista dos principais.

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