Da Redação - FocoCidade
Presidente da Associação Mato-grossense de Magistrados (Amam), o juiz José Arimatéa Neves Costa, deu uma resposta no mínimo “sutil” à uma nota do Portal Gazeta Digital, que expõe arranhões entre membros do Ministério Público Estadual (MPE) e do Judiciário do Estado.
No grupo de WhatsApp do FocoCidade, na noite de sexta-feira (9), Arimatéa disparou: “Deus abençoe o MP, o Brasil precisa mesmo de um MP forte e robusto e moralmente acima de qualquer suspeita! Minha única preocupação é na esfera da botânica, pois o bambu cresce mais rápido que o Carvalho, mas nem de longe se comparam em firmeza, dureza e principalmente longevidade!!”
O mal-estar entre membros do Poder Judiciário e do MP é recorrente e ganhou notoriedade em episódios como a “grampolândia” em Mato Grosso.
Em junho de 2017, por exemplo, o Procurador-Geral de Justiça, Mauro Benedito Pouso Curvo, classificou como inoportuna e equivocada a declaração do Ministro Gilmar Mendes sobre suposto “festival de abusos” cometidos por membros do Ministério Público do Estado de Mato Grosso no decorrer das investigações, referindo-se ao escândalo dos grampos. “Mais uma vez, o ministro Gilmar Mendes, por falta de conhecimento da realidade fática do episódio ou por qualquer outro motivo, se posicionou de forma equivocada perante a opinião pública”, criticou o Procurador-Geral de Justiça à época.
O clima esquenta agora com o vazamento de uma conversa de um grupo de WhatsApp que o Gazeta Digital teve acesso em que o promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais diz que o "Ministério Público é bem maior que o Judiciário, moral e intelectualmente!" Destaca que em MT o Judiciário é muito abaixo da média.”

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