Governador Pedro Taques (PSDB) considerou o cenário temeroso de atraso no cronograma de pagamento de salário dos servidores públicos, caso a remessa do FEX (Auxílio Financeiro de Fomento às Exportações), não cheguem aos cofres de Mato Grosso neste mês.
As atenções do Estado e da bancada federal estão voltadas ao projeto de lei em tramitação na Câmara Federal, sendo necessária aprovação urgente e ainda passar pelo Senado, para garantir a liberação dos recursos estimados em R$ 496 milhões.
"Sem o FEX teremos dificuldade de pagar o salário deste mês, mas estamos buscando outras possibilidades para saldar os salários e também a dívida com os Poderes Constituídos", assinalou o chefe do Executivo estadual em entrevista ao programa Tribuna na Rádio Vila Real, na manhã desta sexta-feira (1º).
Durante a exposição das ações do Estado, o governador disse que a equipe econômica se esforça para repassar à Assembleia Legislativa os R$ 20 milhões cobrados pelo presidente do Poder, Eduardo Botelho (PSB). Taques disse que em reunião com o parlamentar, hoje, deverá discutir o assunto, com meta de assegurar o repasse.
O FEX, mesmo com regime de urgência, não entrou na pauta de votação da Câmara Federal nesta semana. A expectativa é de que possa ser validado na próxima semana, mas com alerta de parlamentares como o senador Wellington Fagundes (PR) de que a matéria corre o risco de não transcorrer no quadro esperado.

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