Da Redação - FocoCidade
Vereador Toninho de Souza (PSD) que deixou a base do prefeito Emanuel Pinheiro (PMDB), confirmou assinatura na CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) que deve ser instalada na próxima terça-feira (14) com objetivo de investigar o peemedebista. O prefeito rebate as pontuações do Legislativo, asseverando não ter cometido ato ilícito.
Em sessão plenária, ele anunciou que estava se afastando da base de sustentação do prefeito, mas não garantiu participação na CPI. Após reunião com o chefe do Executivo e consulta à sua base de apoio político, ele decidiu pela assinatura e convocou a imprensa para confirmar seu novo posicionamento, agora com “mais independência”, segundo justificou.
Com a posição de Toninho a CPI passa a contar com nove assinaturas, coforme proposta apresentada pelo vereador Marcelo Bussiki (PSB), número mínimo necessário para assegurar a leitura da propositura em Plenário, o que deve ocorrer já na próxima sessão ordinária marcada para terça-feira, a partir das 9h. A leitura em Plenário é o modo como o Presidente da Câmara admite a abertura da CPI.
Bussiki apresentou o requerimento para instalação dessa Comissão Parlamentar de Inquérito ( CPI) na Sessão do dia 31 de agosto, com apoio de 6 vereadores: Felipe Wellaton (PV), Dilemário Alencar (PROS), Abílio Júnior (PSC), Gilberto Figueiredo (PSB) e Sargento Joelson (PSC).
A sétima assinatura foi a do vereador Elizeu Nascimento (PSDC) , após seu retorno de licença, para tratar de assuntos particulares, no dia 12 setembro e na sequência. A oitava foi do Vereador Diego Guimarães.
A décima assinatura foi do vereador Luis Claudio (PP), que é advogado e concluiu que apesar de frágil – em função do tempo que os fatos ocorreram - a tese subjetiva não pode ser ignorada e, dependendo da análise das provas, pode comprometer a legitimidade do prefeito permanecer à frente da administração municipal.
Na sequência os vereadores Adevair Cabral ( PSDB) , Chico 2000 (PR), Paulo Araújo(PP ), Marcrean dos Santos (PRTB) , Misael Oliveira Galvão( PSB) Juca do Guaraná Filho(PTdoB), Orivaldo da farmácia (PRP) e Ricardo Saad (PSDB) também assinaram o pedido para a abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito.
O vereador Diego Guimarães, que preside a Comissão de Constituição e Justiça, explicou que a instauração da Comissão Parlamentar de Inquérito obedece ao rito definido no Regimento Interno da Casa. “Depois da leitura em Plenário, decorre um prazo de 120 dias para a conclusão dos trabalhos, mas esse prazo é prorrogável, em função das necessidades apresentadas”, pontuou.

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