A resposta dada pelo atual presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), conselheiro Gonçalo Domingos de Campos Neto, ao conselheiro afastado Sérgio Ricardo (acusado de compra de vaga), expôs cisão na cúpula da Corte de Contas.
Campos Neto não deixou por menos, e respondeu à altura a estratégia de Sérgio Ricardo que tenta no Supremo Tribunal Federal invalidar decisões do corpo de conselheiros substitutos, pedindo intenvenção federal.
De pronto, o atual presidente assinalou serem as decisões dos conselheiros substitutos amparadas pela Constituição, Lei Orgânica e Regimento Interno do TCE.
Recentemente, o conselheiro afastado Antonio Joaquim também deixou clara sua reação aos conselheiros substitutos, pontuando que “nunca serão conselheiros titulares”.
“Os conselheiros substitutos tem essa missão de substituir conselheiros titulares, ou de férias, licença saúde ou afastamento. Eles jamais serão titulares. Alguns têm essa crise de identidade. Eles querem ser conselheiros titulares e não o serão nunca”, disse em entrevista ao Jornal do Meio Dia, da TV Record, na segunda-feira (25).
Nesse cenário de crise, no mínimo chama a atenção a posição de Campos Neto de defender os conselheiros substitutos, contrariando a maioria de seus pares...

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