Onofre Ribeiro
Nesses últimos dias dediquei alguns artigos a essa questão do governo oculto do mundo que, de certo modo, influencia todos os andamentos em cima do planeta. Nas últimas semanas surgiram mais uma vez entre tantas e tantas, boatos sobre “o fim do mundo”. Uns tratavam como a realização das tragédias descritas no livro do Apocalipse da bíblia cristã. Outros como uma sucessão de catástrofes ambientais como terremotos, vulcões, maremotos, guerra nuclear e guerras civis espalhadas pelo mundo em razão de divergências políticas, econômicas, étnicas e religiosas.
Tudo isso com data marcada: dia 23 de setembro de 2017.
A data passou e o mundo continuou igual. Aparentemente. Aqui cabe explicar o que houve. Ninguém que falou a respeito está de todo errado. O que houve efetivamente está dentro da minuciosa descrição do livro do Apocalipse. A questão é que o livro foi escrito por João Evangelista cerca de 95 anos depois da morte de Cristo. Bom lembrar que existem divergências sobre essas datas.
Apocalipse, ao contrário do que a maioria das religiões pregou, não significa destruição, mas revelação. Fontes espiritualistas mais modernas, menos agarradas às ideias tradicionais da bíblica cristã, asseguram que a nova vinda de Cristo não significa a sua presença física. Mas a transformação crística interna de cada pessoa como um novo padrão de energias sobre o planeta. Mas e a data de 23 de setembro de 2017? Ela marca um evento astronômico raro, do alinhamento numa reta, dos polentas Vênus, Marte, Mercúrio, Júpiter mais o Sol, a Lua estrela Regulus e mais cinco estrelas da constelação de Leão.
No entender desses espiritualistas que traduzem passo a passo as predições do livro do Apocalipse, o alinhamento transformou-se na abertura de um extraordinário portal de energias cósmicas que se abate de uma vez sobre o planeta Terra, mudando completamente os seus padrões de energia. E as pessoas, principalmente. O planeta deixaria a sua condição de vibrador de baixas energias para se transformar em regeneração, com energias de altíssima vibração.
A rigor, dizem os espiritualistas mais acreditados: nasce um novo mundo. Pra saciar a curiosidade desse momento: não haveria mais espaços pra anti-valores como corrupção, ambição de governos e de corporações, além da re-iluminação do ser humano. Não houve e nem haverá destruição em massa no planeta. Ao contrário, vida! Voltaremos ao assunto.
Onofre Ribeiro é jornalista em Mato Grosso

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