Prefeito Emanuel Pinheiro (PMDB), por meio de nota da Secretaria de Inovação e Comunicação, acentua posição de colaborar com as investigações, pontuando entender que "o inquérito judicial é o instrumento adequado para apurar e restabelecer a verdade".
Na nota, o gestor assinala ainda que "na mesma decisão o ministro indeferiu de pronto o pedido de afastamento proposto pelo PGR por entender que não há vínculo entre fatos pretéritos com o atual mandato no poder executivo da capital".
O prefeito, citado na delação do ex-governador Silval Barbosa (PMDB), foi alvo da Operação Malebolge deflagrada pela Polícia Federal nesta quinta-feira (14), sendo realizada busca e apreensão em sua residência e gabinete.
Confira a nota na íntegra:
"A Secretaria de Inovação e Comunicação da Prefeitura de Cuiabá confirma que nesta manhã (14) foi realizada ação de busca e apreensão no Gabinete do Prefeito e na sua residência, por determinação do ministro Luiz Fux (STF) atendendo parcialmente pedido do Procurador Geral da República (PGR).
Na mesma decisão o ministro indeferiu de pronto o pedido de afastamento proposto pelo PGR por entender que não há vínculo entre fatos pretéritos com o atual mandato no poder executivo da capital.
O prefeito Emanuel Pinheiro tem também o mesmo entendimento, tanto que vem tratando o assunto como uma questão de ordem pessoal, que cabe a ele cuidar enquanto pessoa física e não como mandatário da capital.
O prefeito também entende que o inquérito judicial é o instrumento adequado para apurar e restabelecer a verdade. Tão logo seja notificado ele apresentará defesa prévia, quando então poderá expor publicamente suas alegações e documentos que o desvinculam das acusações que lhe são imputadas. O prefeito segue colaborando com as autoridades encarregadas das investigações e reitera sua confiança na Justiça."
Prefeitura de Cuiabá
Secretaria de Inovação e Comunicação

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