Da Redação - FocoCidade
Por meio de nota, o Governo se posicionou acerca da determinação do desembargador do Tribunal de Justiça (TJ), Orlando Perri, para abertura de Inquérito Policial Militar contra o secretário de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), Cel PM Airton Siqueira, na esteira dos grampos ilegais. O Estado assinala que o secretário prestou depoimento na condição de depoente, e não foi denunciado no referido procedimento.
O Governo acentua que denúncias devem ser apuradas com profundidade, que confia no esclarecimento dos fatos e que se comprovada culpa de envolvidos no episódio, que seja aplicada a devida punição.
Confira a nota na íntegra:
Acerca da determinação do desembargador Orlando de Almeida Perri para abertura de IPM (Inquérito Policial Militar) contra o secretário de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), Cel PM Airton Siqueira, o Governo de Mato Grosso, por meio do Gabinete de Comunicação, vem a público esclarecer o que segue:
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O secretário Airton Siqueira compareceu espontaneamente ao encarregado do IPM que apurou denúncia sobre suposta central de grampos clandestina no âmbito da Polícia Militar do Estado e prestou esclarecimentos na condição de “depoente”, e não como indiciado ou suspeito. Tanto assim que não foi denunciado no referido procedimento.
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Em seu depoimento, o secretário fez revelações e denúncias graves das quais tomou conhecimento, e é entendimento do Governo que tais denúncias precisam ser apuradas em toda a sua extensão e profundidade, da mesma forma que outros fatos trazidos à investigação até o momento estão sendo investigados.
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O Governo do Estado de Mato Grosso reitera sua confiança na Justiça e na verdade, apoia todas as investigações e deseja que ao final tudo seja esclarecido e que qualquer agente público ou não que tenha culpa comprovada seja punido na forma da lei.
Cuiabá-MT, 01 de agosto de 2017.
GCOM – Secretaria do Gabinete de Comunicação do Governo do Estado de Mato Grosso

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