Da Redação - FocoCidade
O Governo confirmou a prorrogação da redução da carga horária dos servidores do Estado, devendo seguir até o dia 29 de dezembro. A decisão, segundo o Executivo, está relacionada a verificação de economia nos cofres públicos após a publicação do Decreto 694/2016, que estabeleceu a mudança no expediente.
De acordo com o Governo, a partir do dia 2 de janeiro de 2018, o expediente retomará o período integral. A medida será viabilizada por meio de Decreto a ser publicado no Diário Oficial do Estado. Alguns serviços essenciais de atendimento à população como saúde, educação, segurança e fiscalização serão mantidos em sua integralidade.
Os relatórios mensais obtidos pela Secretaria de Estado de Gestão (Seges), por meio do sistema de Monitoramento Inteligente de Risco e Auditoria (Mira), comprovam a efetiva redução das despesas de custeio nos pacotes essenciais que são diretamente impactados pela redução da carga horária.
De acordo com o documento, praticamente todas as despesas quando comparadas com o primeiro semestre de 2016 tiveram redução. Os gastos com serviços de cópias e impressões reduziram 21%, combustível sofreu uma baixa de 15%, telefonia fixa 13%, energia elétrica 10% e água e esgoto 3%.
O Decreto 694 foi implementado visando viabilizar o Decreto 675, publicado em 30 de agosto de 2016, que previa a redução e controle das despesas de custeio e de pessoal.
No intuito de ajudar as outras pastas a cumprir essas metas de redução e controle de despesas, a Seges implementou uma Coordenação de Gerenciamento Matricial das Despesas, que é responsável por promover as ações e monitorar metas. Também é incumbência dessa Coordenação divulgar a metodologia nos órgãos públicos, realizar o diagnóstico dos mesmos, além de atualizar e disponibilizar o gerenciamento do plano de ações.
A pasta está auxiliando as outras secretarias a reduzir os gastos sem que as mesmas tenham a qualidade dos serviços prejudicada. O GMD é baseado na aplicação do método PDCA, que significa planejar, fazer, verificar e agir corretivamente. Entre as ações propostas estão a revisão de contratos tanto de bens quanto de serviços, a negociação de preços ao contratar, análise de novas formas de contratação e possíveis cortes em despesas desnecessárias. (Com assessoria)

Ainda não há comentários.
Veja mais:
Recursos: MP destaca que STJ ajusta penas em casos graves
Prazo para recurso da avaliação de títulos do CNU termina hoje
Taxação da carne bovina brasileira pela China
PM desmantela esquema de furto de diesel no Estado
Cibersegurança municipal: o risco invisível que já bate à porta
Wellington defende derrubada de veto à regularização na faixa de fronteira
TJ: entidade filantrópica pode ingressar ação no foro de seu domicílio
Brasil institui o Mês Nacional das Olimpíadas Científicas e do Conhecimento
PC deflagra operação contra furto de defensivos agrícolas
Justiça condena concessionária por morte causada por animal