Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi (PP), disse que os planos para as eleições de 2018 estão mantidos. Reiterou ainda que os “12 milhões” que segundo delator da Odebrecht teriam balizado caixa 2 em 2006, “não chegaram à campanha eleitoral”.
Em entrevista ao jornalista Paulo Coelho, na Rádio Capital, Maggi pontua que não há provas de sua participação no esquema de propina, intermediado pelo ex-secretário de Estado, Eder Moraes, segundo o ex-diretor da Odebrecht, João Pacífico.
"As coisas continuam como antes, não vou mudar toda a minha vida por causa de Lava Jato. Nem tudo que delator fala deve ser considerado como a mais pura verdade. Tem que ter provas. Não há nexo causal. A campanha foi em 2006 e o dinheiro foi pago em 2007, e não há nada que me ligue a este assunto. Não resta dúvida que esses R$ 12 milhões não chegaram para a campanha eleitoral", assinalou Maggi.
O Partido Progressista tem em Maggi o nome para encabeçar um projeto ousado no próximo pleito geral. Membros da legenda defendem sua candidatura à presidência da República. Diante do quadro atual, o ministro disse que está triste com os últimos acontecimentos.
"Tenho que fazer um esforço imenso para me levantar todo dia. Ter o seu nome envolvido em um escândalo deste tamanho é muito chato, é de fato muito ruim e desagradável, coisa que eu não desejaria a ninguém, nem aos inimigos".

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