• Cuiabá, 23 de Julho - 00:00:00

Crea-MT fiscaliza ponte interditada sobre o rio Arareau em Rondonópolis


Foto: Assessoria  - Foto: Foto: Assessoria Ponte sobre o rio Arareau, localizada na rua Dom Pedro II em Rondonópolis. Foto: Assessoria
Da Assessoria-Crea

A pedido do inspetor-chefe de Rondonópolis, José Rubens Selicani, e do vice-diretor financeiro do Crea-MT, Marcelo Capellotto, foi realizado no dia 26 de junho em Rondonópolis, uma fiscalização para avaliação da ponte sobre o rio Arareau, localizada na rua Dom Pedro II, que precisou recentemente ser interditada depois de um desmoronamento da cabeceira de proteção.

De acordo com os engenheiros civis destacados pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso (Crea-MT), a promotora de Justiça Joana Maria Bortoni Ninis, que determinou a interdição da ponte agiu com cautela pois estava pensando na proteção de vidas e em evitar uma tragédia.

“Estivemos em Rondonópolis para identificar possíveis vícios de construção ou de falta de manutenção. Podemos afirmar após inspeção visual que a superestrutura da cabeceira da ponte está intacta, apenas com alguns pontos de armaduras de ferragens expostas que precisarão de recobrimento”, disse o professor e conselheiro suplente Sergio Magalhães.

O engenheiro civil também detalhou em relatório que “a parte crítica da obra é a cabeceira da margem direita do rio, que com ação da água sofreu processo erosivo de desmoronamento no encontro da ponte com a pavimentação da rua Dom Pedro II”.

“Inclusive já tivemos conhecimento que para contenção da erosão a Prefeitura de Rondonópolis está providenciando uma licitação de um muro de gabião. O que é uma solução correta”, avaliou o fiscal do Crea-MT, engenheiro civil Luiz Simplício Ramos.

Além dos engenheiros Sérgio Magalhães e Luiz Simplício Ramos também compareceram pelo Crea-MT os engenheiros civis Frederico Fortaleza Silva, Gercino Albuquerque Mendes e  o engenheiro agrimensor Fernando Cesar Munhoz Garcia. “Todos fomos unânimes no parecer à promotora Joana Bortoni, não há risco da ponte desabar, porém há necessidade de reparo imediato. Principalmente para aproveitar o período de estiagem e de baixa do rio, pois se for esperar o período de chuvas e o rio subir com certeza o município terá problemas e os reparos não poderão ser feitos”, alertou o engenheiro Sergio Magalhães.

O relatório com parecer final foi entregue na tarde desta sexta-feira (29/06), na sede do Crea-MT, em Cuiabá ao vice-diretor financeiro do Crea-MT, Marcelo Capellotto.




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