Da Redação
O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) informa que - "representado pelo promotor de Justiça Miguel Slhessarenko Júnior, integra a força-tarefa criada para verificar e apurar possíveis irregularidades cometidas por empresas consignatárias conveniadas ao Governo do Estado".
Em tempo - na Assembleia Legislativa deputados "focam" esse tema. Trecho de publicação da ALMT assinalou - nesta semana: "Com a denúncia de taxas abusivas de juros e comprometendo financeiramente mais de 12 mil servidores públicos de Mato Grosso, o deputado estadual Wilson Santos (PSD) apresentou, nesta quarta-feira (21), durante sessão plenária, um Projeto de Decreto Legislativo que visa suspender os efeitos do convênio entre a Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) e a empresa Capital Consig Sociedade de Crédito Direto S.A., autorizada a realizar consignações em folha de pagamento".
Sobre as ações junto ao Estado, o MPMT evidencia:
O promotor de Justiça informou que já foi instaurado “procedimento apuratório” no MPMT referente ao caso.
Durante a primeira reunião realizada pela força-tarefa, o promotor de Justiça também confirmou que não está descartada a propositura de ações civis públicas.
“Nessa apuração das irregularidades, dependendo da gravidade ou não, o Ministério Público tomará todas as providências, inclusive, se for o caso, propor ações civis públicas.”
O trabalho de apuração é liderado pelo Procon e conta com a participação da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), do Ministério Público do Estado, da Controladoria-Geral do Estado e da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão. A força-tarefa foi instituída por decreto.
Com Comunicação MPMT

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