Da Redação
O Ministério Público do Estado de Mato Grosso - por meio de nota, "esclarece que não realizou convite para reunião na sede da Procuradoria-Geral de Justiça, na segunda-feira (13), sobre aumento do IPTU, conforme vem sendo divulgado por meio de posts disparados por whatsapp em grupos de moradores de condomínios de bairros da Capital".
Na nota, o MP acentua ainda que:
"Importante enfatizar que a divulgação deste material não partiu do Departamento de Comunicação da Instituição. O que está marcada para o mesmo dia e horário é uma reunião com pessoas que fizeram prévia solicitação de agenda.
O procurador-geral de Justiça, Deosdete Cruz Junior, ressalta que já ingressou com Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI), com pedido liminar, requerendo a suspensão dos efeitos da Lei Municipal nº 6.895/2022, que aprovou a atualização da planta de valores genéricos da área urbana e expansão urbana e dos distritos do município de Cuiabá.
Na ação, argumenta que a norma questionada estabelece a majoração do tributo de forma desproporcional, violando a capacidade contributiva do cidadão, tendo efeito de confisco. A ADI tramita regularmente no Órgão Especial do Poder Judiciário.
O procurador-geral de Justiça reafirma o seu compromisso na defesa dos interesses da sociedade, mas deixa claro que a atuação do Ministério Público tem caráter estritamente técnico, e que não se recusará a atender mediante prévio agendamento as entidades e associações interessadas."

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