Da Redação
“Venceu a Democracia”. A afirmação foi feita pelo senador Jayme Campos (União-MT), ao comentar a reeleição de Rodrigo Pacheco (PSD-MG) à presidência do Senado Federal, nesta quarta-feira, 1.
Segundo Campos “não houve vencedor e nem vencido” e que sua expectativa é que o presidente possa construir uma pauta de votação “que possa atender as necessidades mais prementes da sociedade brasileira”.
Vale lembrar que Jayme Campos, um dos políticos mais experientes de Mato Grosso no "trato da política" - seguiu a linha da defesa da Democracia ao final das Eleições 2022 - após a derrota histórica do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Senado
A escolha foi feita após a posse dos 27 eleitos em outubro, de acordo com procedimentos definidos pelo Regimento Interno. A votação, secreta e realizada em cédulas de papel, foi comandada pelo atual vice-presidente Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) e exigiu a presença da maioria absoluta dos parlamentares, ou seja, 41, mesmo número necessário para a escolha do presidente. Se nenhum deles obtivesse tal marca, haveria novo turno de votação.
Ele disse que o resultado de 49 a 32 contra Rogério Marinho (PL-RN), já era esperado em função das articulações que vinham sendo realizadas pelos articuladores da eleição de Rodrigo Pacheco. Entre eles, citou o senador Davi Alcolumbre, do seu partido. “No entanto, como se sabe, eleição é eleição, se ganha e se perde no dia” – disse, com efeito.
Campos voltou a defender a necessidade de o Congresso Nacional apreciar as reformas tributária, administrativa e política, que classificou como sendo “de grande interesse do país”. Também afirmou que o presidente Rodrigo Pacheco deverá se empenhar no projeto de ajudar na pacificação da sociedade brasileira, que classificou como sendo “uma missão nobre”.
“Somente com uma sociedade unida e que será possível construir um Brasil com mais oportunidades e mais justiça social” – frisou, em entrevista a TV Senado, após a sessão.
Nesta quinta-feira (2), o Senado volta a se reunir para definir o restante da Mesa, da qual fazem parte também o primeiro e segundo-vice-presidentes e primeiro, segundo, terceiro e quarto-secretários com seus suplentes. Como um dos mais antigos senadores no exercício do mandato, Campos disse acreditar que não haverá maiores dificuldades para a escolha dos nomes e considera que há espaço para todas as representações partidárias.
Com Assessoria

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