No Palácio Paiaguás, contando com as bençãos do governador Mauro Mendes (DEM), os secretários chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho e da Fazenda, Rogério Gallo, estariam na linha de frente dos "preferidos" do chefe do Executivo estadual.
Fácil de se explicar: ambos seguem à risca a política administrativa de Mendes - leia-se a concretização da meta de quitar o déficit de quase R$ 4 bilhões - herança da gestão passada.
Assim, também caminha nesse cenário um eventual "projeto político" para a Assembleia Legislativa - e mesmo que os secretários neguem, são cogitados para o embate 2022.

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