Da Redação
“Essa aproximação com a Polícia Civil permitiu ao Ministério Público um acompanhamento mais de perto das investigações e as perspectivas são de que, muito em breve, as investigações que estão em andamento sejam finalizadas”, afirmou o procurador-geral de Justiça, José Antônio Borges Pereira - durante ato de inauguração ontem (17) - de uma nova estrutura na Procuradoria-Geral de Justiça destinada ao Grupo Operacional Permanente do Núcleo de Ações de Competência Originária (Naco-Criminal).
O MP reforçou que essa ação deverá garantir "mais celeridade nas investigações relacionadas a crimes complexos, como os praticados contra a administração pública".
Considerou a estrutura "com uma área total de 146,05 m2, o local conta com 17 ambientes, incluindo gabinetes, sala de reunião, salas de apoio, recepção, arquivo, entre outros". Coordenado pelo procurador de Justiça Domingos Sávio de Barros Arruda, o Naco Criminal é composto atualmente pelo promotor de Justiça Carlos Roberto Zarour Cesar, pelo delegado da Polícia Civil Rodrigo Azem Buchdidi, uma escrivã, três investigadores, nove assessores jurídicos e dois estagiários.
Durante a inauguração, o procurador de Justiça Domingos Sávio de Barros Arruda apresentou um balanço das atividades realizadas desde março do ano passado. Segundo ele, nesse período o Naco Criminal requisitou a instauração de 40 inquéritos policiais, instaurou 08 procedimentos investigatórios criminais (PIC) e 200 notícias de fato. Realizou ainda 504 manifestações, apresentou 10 contrarrazões e 08 razões em recursos, além de oferecimento de 10 denúncias criminais.
O procurador de Justiça agradeceu o apoio do procurador-geral de Justiça, José Antônio Borges Pereira, destacando que as propostas de trabalho apresentadas no início da sua gestão foram cumpridas à risca. Enfatizou ainda a importância da integração com a Polícia Civil que, segundo ele, possibilitou que a maioria dos inquéritos policiais requisitados pelo Naco fossem conduzidos por delegado que também integra a equipe.
O delegado-geral da Polícia Civil, Mário Dermeval Aravechia de Resende também enalteceu a importância da parceria. “O pensamento institucional é importante, mas o interesse público está acima de tudo. Esse é um exemplo do quanto é relevante a união de forças”, disse.
Conforme o procurador-geral de Justiça, o trabalho que está sendo realizado pelo Naco Criminal é discreto e os resultados são positivos. “Não temos a preocupação de ficar aparecendo, precisamos sim buscar resultados concretos, pois é isso que a sociedade espera de nós. O Naco Criminal atua em investigações complexas que exigem estrutura física, de pessoal e tecnológica para atendimento às demandas. É isso que temos proporcionado”, afirmou.
A subprocuradora-geral de Justiça Administrativa, Eunice Helena Rodrigues de Barros destacou que a instituição tem promovido melhorias na estrutura da Procuradoria-Geral de Justiça voltadas para o atendimento ao público externo e também para melhorar as condições de trabalho e a qualidade de vida dos servidores que atuam na instituição.
Com Comunicação MP

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