Paulo Lemos
Ele não se entregou como um cordeiro e voluntariamente para o extremo martírio, perdoando os facínoras, logo depois dele virar as barracas e dar chicotadas nos estelionatários da fé e criticar os governantes opressores.
Essa é a narrativa mística, dos religiosos daquela época, e uma espécie de indulto ao Império Romano, posteriormente aliado ao Cristianismo, usada como versão oficial para alienar a realidade e evitar qualquer tipo de revolução, dando conformidade ao status quo.
Ele foi um preso político, depois de ser traído, mediante corrupção de parte dos seus seguidores, personaliza em Judas, todavia, provavelmente por mais gente, cercado por uma tropa de choque armada até os dentes, como se fosse o Bope, sem alternativa, caso contrário todo mundo morria, até o papagaio.
Covardemente abandonado pelos seus companheiros, foi cruelmente torturado e injustamente morto, apesar de inocente, considerado culpado e subversivo pela elite e classe média de então, por supostamente atentar à ordem, moral e aos bons costumes, por corromper os jovens, adultos, trabalhadores, escravos, publicanos, mulheres e gentios, principalmente o judaísmo e o imperialismo, na visão dos fariseus e dos donos do poder.
Isso porque defendia a partilha com os pobres, não o acúmulo dos ricos, repudiava todo tipo de preconceito e denunciava a hipocrisia "das pessoas de bem".
Ficar sem comer carne hoje, pode até ser um tributo a ele. Porém, o que ele realmente queria era um Mundo sem fome e miséria, em todas suas dimensões e todos os dias do ano.
Paulo Lemos é fã do Jesus verdadeiro.
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