Comum tem sido a pergunta de jornalistas tanto ao governador Mauro Mendes como para o prefeito Emanuel Pinheiro: "o que aconteceu para ficar assim" - sobre "alfinetadas" costumeiras entre ambos.
Mas as respostas, geralmente na tangente, não soam como explicação prática.
Fato é que Mendes e Emanuel passaram de aliados políticos a um cenário de distanciamento - que hoje é trabalhado em duas fortes alas no DEM: uma tenta reaproximá-los - outra defende separação de projetos nas eleições 2020.
A análise de um líder democrata recente talvez possa explicar o mal-estar: "o forte temperamento de ambos".

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