A instituição da "nova" previdência ao funcionalismo público deve obedecer critérios de igualdade entre trabalhadores. É o que pontuou o governador Mauro Mendes (DEM) ao explicar o modelo de Fundo Complementar da Previdência Social - a ser encaminhado à Assembleia Legislativa.
"O fundo complementar da previdência, vamos encaminhar à AL – e significa que servidores que entrarem a partir de sua criação – eles terão que obrigatoriamente, ou contribuir com esse fundo ou terão o mesmo teto de aposentadoria que tem vocês que trabalham na iniciativa privada. Porque vocês e demais trabalhadores da iniciativa privada tem um teto de pouco mais de R$ 5 mil, então o trabalhador do setor público também terá esse teto. Se ele quiser ganhar mais, ele vai ter que contribuir para essa previdência privada e aí o Estado também contribuindo um pouco. Está sendo criada uma oportunidade. Ele não é obrigado a aderir, é facultativa a adesão, senão vai aposentar e vai ganhar o mesmo que um trabalhador da iniciativa privada", cravou Mendes.

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