A reação da indústria - leia-se sindicatos e a Fiemt ao projeto dos incentivos fiscais provoca um ambiente de dissabor entre o presidente da entidade, Gustavo de Oliveira e o governador Mauro Mendes (DEM).
Ex-presidente da Fiemt, o chefe do Executivo estadual tem a dura missão de contrapor interesses da classe - considerando a urgência para sanar questões de ordem fiscal e financeira.
No comando da Fiemt, segundo fonte, Gustavo de Oliveira "não tem outra alternativa a não ser contrapor a proposta do Estado, porque está muito pressionado pelo setor".
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