Da Redação
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso acaba de reconhecer que a então juíza Selma Arruda era suspeita para decidir qualquer questão relacionada a Francisco Faiad, por inimizade pré-existente - em razão de representação de Faiad contra a então juíza junto ao Conselho Nacional de Justiça.
Assim, fica determinado a anulação de todas as decisões proferidas contra ele na investigação e ação penal.
A decisão é unânime da 2ª Câmara Criminal – e ocorre na esteira da Operação Sodoma – relativo ao mandado de segurança, com exceção de suspeição, interposto pelo ex-secretário de Administração de Mato Grosso, Francisco Faiad contra Selma Arruda, que é juíza aposentada e senadora – agora com mandato cassado pela Justiça Eleitoral do Estado.
Faiad – réu na ação, e que é ex-presidente da OAB Seccional Mato Grosso, sustentou que Selma Arruda na condição de juíza decretou sua prisão em 2017 – nutrindo contra ele “inimizade capital”. Dessa forma, questionou a “isenção” da então magistrada para julgar ele na ação.
Ocorre que como presidente da OAB, Faiad foi o responsável por denúncia oferecida contra Selma Arruda junto ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) – sendo suspeita da prática de nepotismo relativo a atuação do marido dela como “segurança” em seu gabinete na Justiça.

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