Da Redação - FocoCidade
Governador Mauro Mendes (DEM) disse que "a prioridade é o pagamento do servidor", mas fez questão de lembrar o cenário de caos nos cofres do Estado em comparativo à loteria - Mega-Sena.
"Os restos a pagar somam R$ 3,9 bilhões, isso representa 15 Mega-Sena acumulda de final de ano, significa a dívida acumulada, dos quais mais de R$ 2 bilhões não tem lastro, não tem dinheiro, não tem financiamento, não tem fonte de recurso. Então é um valor gigantesco para quem no mês não está arrecadando para pagar as contas do mês", explicou na quinta-feira (17), durante coletiva à imprensa.
Pontuou também que "se num mês não temos para pagar as contas do mês, como vamos pagar as contas do passado? Por isso que é realmente uma situação muito difícil. E fornecedor que não recebeu, não quer continuar fornecendo enquanto ele não recebe as contas anteriores. Por isso a extrema calamidade, para até seis meses restabelecer o equilíbrio e garantir a prestão de serviços adequado ao cidadão".
O Governador acentuou ainda que o que o Executivo arrecada no mês, não corresponde às despesas da máquina pública, em déficit mensal de R$ 200 milhões.
"Falta R$ 200 milhões por mês para pagar as contas. É hora de apertarmos as mãos para nos unirmos e sair dos problemas", considerou.
Na manhã de hoje (18), Mendes lidera reunião ampliada no Palácio Paiaguás, com representantes da bancada federal, devendo contar com a prresença do presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM-RJ), em encontro previsto às 11 horas.

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