Da Redação - FocoCidade
Em resposta ao protesto de servidores públicos, o governador Mauro Mendes (DEM) disse que “não pode ficar de braços cruzados enquanto a população morre”. A declaração de Mendes, pontuada em coletiva à imprensa nesta quinta-feira (17), se referiu especificamente ao cenário de tumulto ocorrido em sessão da Assembleia Legislativa, no início da noite de quarta-feira, quando a maioria presente, servidores e parlamentares além de funcionário do Poder, foram atingidos por gás de pimenta.
O chefe do Executivo estadual considerou correta a análise de que servidores públicos do Estado de que são injustiçados, se comparados ao quadro de funcionalismo de outros Poderes Constituídos e órgãos públicos.
“Concordo com eles. Sinto que é injustiça mas tenho que cumprir a lei. Se eu não fizer o repasse do duodécimo eles (Poderes e órgãos) vão cobrar na Justiça e podem requerer o afastamento do governador e bloqueio das contas”, analisou Mendes frisando que “eu compartilho com eles que não é justo”.
Destacou ainda que a decisão de manter o escalonamento do pagamento do salário do funcionalismo é a única forma encontrada pela equipe econômica para efetuar a quitação dos proventos.
“Estamos fazendo o que é preciso ser feito na velocidade que o Estado requer”, considerou o governador, acrescentando que abriu campo de diálogo com servidores públicos, mas que não pode esperar para tomar decisões que requerem máxima urgência.
Representantes do Fórum Sindical estão acampados em frente à Assembleia Legislativa, com expectativa de que possam barrar projetos do Governo, já aprovados em primeira votação na Casa de Leis, como o que prevê mudanças em relação à concessão da RGA (Revisão Geral Anual). Por enquanto, assinalam paralisação no dia 12 de fevereiro, e indicativo de greve geral unificada, dependendo de aprovação em assembleias das categorias, caso não seja firmado acordo com o Executivo relativo às reivindicações salariais.

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