Da Redação - FocoCidade
Presidente estadual do PSD, pré-candidato ao Senado, Carlos Fávaro afirmou que no Estado, o partido é livre para deliberar sobre alianças. A posição de Fávaro soa como resposta aos rumores acerca de alinhamento em Mato Grosso às costuras da nacional da legenda com o projeto do PSDB.
“Aqui não tem caciquismo, as decisões não são tomadas de cima pra baixo. Fizemos em Mato Grosso, por exemplo, um diretório estadual, eleito democraticamente, ouvindo as bases. Nós temos o respaldo e a apoio da decisão partidária do nosso presidente, o ministro da Ciência e Tecnologia, Gilberto Kassab, que dá total autonomia para deliberarmos em Mato Grosso. O PSD deve convergir nacionalmente no projeto do PSDB, mas isso não impede de tomarmos outra direção, quem vai estabelecer os rumos serão os membros do diretório, as lideranças o estado”.
A declaração do presidente do PSD foi pontuada recentemente à Rádio Mega News do município de Nova Mutum. Fávaro destacou que, muito em breve, o partido anunciará com quem irá compor a majoritária. “Nos próximos dias iremos divulgar quem será nosso candidato a governador. Vamos buscar um chapão para deputados estaduais e federais e estaremos unidos em um projeto com pessoas comprometidas. Eu serei muito criterioso com quem estarei no palanque porque quero apoiar um governo que honre os compromissos com a sociedade mato-grossense”, enfatizou.
Em relação à sua renúncia do cargo de vice-governador, Fávaro afirmou que foi uma decisão partidária. “Com o novo projeto da pré-candidatura ao Senado, não era justo fazer isso com salário e estrutura de vice-governador, com carro, segurança, motorista, equipe.. tudo pago pela população. Além disso, precisava de liberdade para apontar o que julgava errado e para conversar com outros partidos visando a construção de um projeto maior para o estado”.
Durante a entrevista, o pré-candidato também foi questionado sobre as pesquisas eleitorais. “As pesquisas servem de referência e mostram o momento atual e estou entre os quatro pré-candidatos com maior intenção de voto, inclusive, ficando à frente nessa região médio-norte. Sou desconhecido da maioria da população porque sou novo na política, mas um dado interessante é que de cada 10 pessoas me conhecem, 8 votariam em mim e as outras duas poderiam votar. Fiquei muito satisfeito com esse resultado”.
Fávaro encerrou destacando a crise política do país. “Não é fácil se apresentar na política em um momento em que a população está indignada com tantos fatos que acontecem cotidianamente. Mas as pessoas de bem precisam participar desse processo porque somente assim conseguiremos resolver os problemas sociais. É importante que a população critique e cobre dos políticos, precisamos dessa participação popular para ter pessoas realmente comprometidas com o coletivo”, finalizou. (Com assessoria)

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