Da Redação - FocoCidade
A epidemia de febre chikungunya no Estado, contabilizando aumento de 184% em 2017 em relação ao ano anterior, e novos casos cosntatados na Saúde pública, levou as Secretarias do Estado e de municípios como Várzea Grande a promover ações conjuntas para o enfrentamento ao quadro.
Equipes gestora e técnica da Secretaria de Estado de Saúde (SES) e da prefeitura de Várzea Grande alinharam na quinta-feira (25) ações para o enfrentamento da epidemia da febre chikungunya que acomete o município.
De acordo com o último boletim epidemiológico da SES, Mato Grosso registrou 3.617 casos de febre chikungunya em 2017, um aumento de 184% em comparação a 2016, que teve 1.275casos notificados.
Um dos municípios que contribuiu para esta estatística é justamente Várzea Grande, que já contabiliza cerca de 1.800 casos notificados somente nas três primeiras semanas de 2018. Ainda segundo o Boletim nº 45 da Vigilância Epidemiológica, em 2016 foram registrados na cidade quatro casos e, em 2017 o número subiu para 2.350 casos notificados. Há um óbito pela doença confirmado no município.
Durante a reunião, Estado e município uniram forças para controlar a epidemia. Técnicos da Secretaria de Saúde de Várzea Grande apresentaram um projeto de enfrentamento e a SES vai apoiar com veículos, insumos e qualificação técnica. A Defesa Civil Estadual também participa da força-tarefa.
Alexandre Peron, coordenador em substituição da Vigilância Epidemiológica do Estado, reconhece o esforço da Prefeitura de Várzea Grande e a eficiência do plano de contenção e destaca o apoio que a SES.
Porém, alerta para a importância da mobilização no combate ao vetor da doença, que é o mosquito Aedes aegypti, transmissor não só da febre chikungunya como da dengue e da zika. Alexandre Peron reforça a necessidade de os moradores manterem seus quintais limpos, livres dos focos do mosquito.
O coordenador ainda chama a atenção da população para procurar a unidade de saúde mais próximaao notar sintomas da doença, para evitar que os efeitos se tornem crônicos e passem para o estágio mais avançado. (Com assessoria)

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