Em decisão no dia 4 de dezembro, o Conselho Superior do Ministério Público (CSMP) promoveu o arquivamento de inquérito que apurava irregularidades (improbidade administrativa) em empresa do Grupo Odebrecht.
No centro das investigações estava propina repassada ao Sindicato das Indústrias Sucroalcooleiras do Estado (Sindalcool), no montante de R$ 1,2 milhão que teria sido repassado ao ex-secretário de Estado de Fazenda, Marcel de Cursi.
Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assegura o retorno do valor aos cofres públicos, em acordo conduzido pelos promotores de Justiça, Clóvis de Almeida Júnior e Ana Cristina Bardusco.

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