Da Redação - FocoCidade
O sistema de escutas ilegais, em episódio que provoca reações em todas as esferas de Poder, levou o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (GAECO), a afirmar que as informações sobre "escutas" que balizaram investigações no Ministério Público, não tem relação com a investigação a cargo da Procuradoria Geral da República (PGR).
"Diante das notícias veiculadas pela imprensa de que o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (GAECO) arquivou as investigações sobre a suposta existência de interceptações ilegais na Comarca de Cáceres, o coordenador do Grupo, promotor de Justiça Marcos Bulhões, esclarece que as informações apresentadas pelo Governador do Estado, por meio do Ofício 446/2005, que resultaram no arquivamento do Procedimento de Investigação, não guardam relação com os fatos que teriam ocorrido na Comarca de Cáceres."
As investigações da Procuradoria Geral da República (PGR) pautam reportagem do Fantástico, em programa que deverá ser apresentado no domingo (14). As escutas atingiriam parlamentares, advogados e jornalistas além de autoridades e novos personagens.
Diante do "escândalo", entidades como a OAB se posicionam contrários à arbitrariedade, ou melhor, crime previsto no Código Penal brasileiro.

Ainda não há comentários.
Veja mais:
Exportações brasileiras para os EUA caíram 6,6% em 2025 após tarifaço
Volta às aulas e material escolar: Procon-MT alerta sobre direitos
TJ alerta: CNH definitiva só pode ser cassada após processo
Código de defesa do contribuinte ou do fisco?
Tribunal de Justiça: cancelamento de hospedagem gera indenização
Golpe do falso advogado: TJ barra descontos de empréstimo
Operação apreende mais de 540 kg de cocaína na fronteira
PC prende acusado de série de crimes contra motoristas de aplicativos
Ministro anuncia renovações automáticas de CNH para bons motoristas
Estudo aponta aumento de preço da cesta básica: mais de R$ 800