Sonia Fiori - FocoCidade
Amigo do ministro da Agricultura, Blairo Maggi, o ex-diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Luiz Antônio Pagot, negou ter intermediado acordo entre a empreiteira Odebrecht e o ex-goverrnador, hoje no comando do MAPA.
“Nunca tratei deste assunto. Certeza! Fui coordenador geral das campanhas, não era o financeiro e acredito que este assunto nunca foi tratado por ninguém envolvido diretamente nas campanhas”, afirmou Pagot.
O ex-diretor entrou na defesa do ministro. “Também não acredito que o Blairo tenha tratado disto. Não acredito.”
Assegurou ainda que “nunca em nenhum tipo de assunto permiti ou autorizei alguém que falasse por mim”.
Na esteira das delações da Lava Jato, surge o nome de Pagot como suposto mediador de um esquema de propina envolvendo o contexto de dívida do Estado com a empreiteira responsável pela obra da MT-010, no trecho entre Diamantino e São José do Rio Claro.
Nesse enredo o ex-secretário de Estado, Eder Moraes teria supostamente negociado R$ 12 milhões destinados à campanha de reeleição de Blairo Maggi, em 2006.
O ministro também nega envolvimento no caso, reafirmando sua postura de “ter cumprido à risca a legislação, primando pela lisura, transparência e legalidade dos procedimentos”. Maggi assevera “sempre ter se posicionado contra o caixa 2”.

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