Editorial
28 Sep 2026 13:30

Pesquisa pode ERRAR

Pesquisa pode ERRAR

Quem conhece um pouco das nuances da política, sabe que pesquisa com intenções de voto – simplesmente pode ERRAR!

Isso se trata do cenário atual – e também da história – inclusive em recentes eleições municipais em Mato Grosso.

Estudo eleitoral – com todo respeito aos Institutos de Pesquisa – já trabalham a chamada margem de erro.

Mas muitas vezes nem mesmo a margem de “falha” é capaz de conter resultados que desafiam ou desafiaram a lógica das análises.

Pesquisa – como todos sabem, podem traduzir um momento junto à determinado eleitorado – em algumas regiões e municípios e um conjunto de entrevistados (geralmente considero poucos diante do global de eleitores aptos em Mato Grosso).

Dados do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT) divulgados em julho desde ano apontaram cerca de 2,6 milhões.

Memória

- Me lembro de uma cobertura de Eleições Gerais – 2014, quando Aécio Neves disputou a presidência da República com Dilma Rousseff. O segundo turno, numa corrida acirrada contando cada voto.

Pois bem, em certo momento no Centro de Apurações/Cuiabá – ocorreu no período no Centro de Eventos do Pantanal, toda a imprensa acompanhou o campo nacional em que “diziam que Aécio já estava se preparando para fazer o discurso da vitória”. Já estava nos últimos minutos, assim digamos, da totalização.

E eis que, ao contrário de todo enredo esperado – Dilma venceu! Aécio em torno de 48%. Dilma quase 52%.

Pesquisas em MT

Lembro ainda de um grande Instituto de MT – em eleições, há tempo - cravou na véspera uma vitória. Depois do resultado nas urnas – teve muito trabalho para tentar explicar...

Mais recente ainda.

Eleições municipais 2024 em Cuiabá

Quem não recorda no então candidato ao comando da prefeitura da Capital, deputado Eduardo Botelho, apontado no primeiro turno por muitas pesquisas como favorito – chegou até a gravar “dancinha” às redes sociais.

Listava como o líder em pesquisa – com Abílio Brunini como segundo colocado e Lúdio Cabral em terceiro. Botelho não foi para o segundo turno...

Acredito em muitos Institutos – mas mesmos estes, podem não traduzir ao pé da letra a vontade da maioria do eleitorado – como já citado aqui.

O eleitor deve votar sem se deixar levar por um quadro de números – votar consciente! É o que a Justiça Eleitoral pede – como forte instrumento de mudança!!

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