Da Redação
“Só quem teve ou tem um filho ou um familiar envolvido com a droga sabe que é difícil se livrar do vício. Por isso, temos que ser duro nesse sentido da proibição”, disse o senador Wellington Fagundes (PL-MT).
Contrário à legalização do porte de pequenas quantidades de maconha para uso pessoal, Wellington aponta a falta de programas eficientes do Poder Público para a ressocialização de dependentes químicos. Além disso, lembra que a legalização pode representar um estímulo para o consumo da droga.
O assunto está em discussão pelo Supremo Tribunal Federal, que adiou o julgamento da questão. O placar é de 5 a favor e 3 contra. Mas o Senado também discute uma Proposta de Emenda Constitucional que criminaliza o porte de qualquer quantidade da droga.
Apesar de ser contra, o senador destaca que é preciso discutir essa pauta com a sociedade, mas lembra que a legalização, ocorrida em outros países, apresentou péssimas experiências.
O parlamentar ainda lembra que a descriminalização pode aumentar os crimes no país, especificamente, em Mato Grosso, que tem mais de 700 quilômetros de faixa de fronteira seca com a Bolívia, país apontado como grande fornecedor da droga.
“O Poder Público não consegue fiscalizar adequadamente essa fronteira e a gente sabe que o narcotráfico é presente nesses locais, sendo responsável pelo tráfico de drogas, roubos de cargas e carros, aumentando a violência”, pontuou.
Por fim, o senador Wellington lembra que votar essa matéria é um papel do Congresso Nacional.
“Cada poder tem que cumprir o seu papel: o Congresso, o Executivo. Principalmente o Judiciário precisa saber julgar de acordo com a legislação”, finalizou.
Com Assessoria

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