Da Redação
Após o adiamento da votação da proposta de Emenda à Constituição que amplia benefícios concedidos pelo Governo e cria programas sociais (PEC 1/2022), na Câmara dos Deputados, o senador Wellington Fagundes (PL-MT) prometeu que irá intensificar as articulações para aprovação da matéria na terça-feira que vem.
Pontua que o momento de dificuldade pede medidas urgentes para que o cidadão brasileiro "não padeça junto à crise".
Em tempo, a PEC 1/2022 - conhecida como PEC dos Auxílios - é também alvo de críticas da oposição no Congresso - e também de questionamentos por juristas, assinalando eventual "desvio constitucional".
Já os aliados do presidente Jair Bolsonaro defendem a validação da matéria para ampliar a margem de "socorro" à população na linha de pobreza.
A previsão é de que a PEC entre na pauta de votação da Câmara Federal na próxima terça-feira (12).
Se for aprovada, valerá até o final deste ano.
Confira mais informações sobre as articulações pela aprovação do texto, conforme a assessoria do senador Wellington Fagundes:
"Como líder do Bloco Vanguarda e membro da base do Governo Bolsonaro, tenho certeza que faremos de tudo para ampliar benefícios como o Auxílio Brasil e o vale-gás, além de criar programas sociais e estimular a economia. A expectativa é que aprovemos o quanto antes essa proposta, porque quem está passando necessidades tem pressa", reiterou Wellington.
A PEC prevê R$ 41,25 bilhões até o fim do ano para a expansão do Auxílio Brasil e do vale-gás de cozinha; para a criação de auxílios aos caminhoneiros e taxistas; para financiar a gratuidade de transporte coletivo para idosos e para compensar os estados que concederem créditos de ICMS para o etanol, reduzindo a carga de tributária sobre o biocombustível.
"Não foi possível aprovar hoje? Então vamos refletir, retomar os apoios, votar e aprovar esta matéria na próxima terça-feira. É um compromisso que faço com a população de Mato Grosso e do país, na condição de líder do Bloco Vanguarda: daremos respostas à população", adiantou o senador, durante entrevista à Jovem Pan News na quinta-feira, 7.
A oposição ao presidente Bolsonaro tenta convencer os colegas a tentarem uma retirada de votos, ou seja, evitar que a matéria seja votada em Plenário, ou que seja apreciada, mas rejeitada. Segundo Wellington, já existe uma "força-tarefa do Governo Federal" para que a união entre os aliados impeça a reprovação do texto.
Ao ser questionado sobre a possibilidade de não finalizarem a votação pela proximidade com o recesso parlamentar, Wellington foi firme: "não podemos, de forma alguma, ter recesso, abandonando a quem mais precisa. Com certeza a Câmara dos Deputados cumprirá com seu papel. Sei disso pela minha experiência de ter vivido aqui", completou Fagundes.

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