Da Redação
A CPI que investiga a renúncia e sonegação fiscal no Estado, confirmou o depoimento hoje (23) do presidente do Grupo Amaggi, Judynei Carvalho. A comissão também destaca o pedido do ex-senador Blairo Maggi para que o depoimento seja aberto.
Presidente da CPI, deputado estadual Wilson Santos (PSDB), informou que a cúpula do grupo empresarial entrou em contato para solicitar que o depoimento seja aberto.
"O ex-senador Blairo Maggi entrou em contato comigo e pediu que o depoimento seja aberto. Disse que não tem nada a esconder. O presidente do grupo empresarial também se manifestou a favor de prestar informações publicamente", disse.
Segundo a CPI, "os parlamentares buscam esclarecimentos a respeito da suspeita de não-recolhimento pelas empresas que compõem o grupo Amaggi do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab) no rol de atividades econômicas desenvolvidas em Mato Grosso".
Trata-se de uma cobrança que incide no setor produtivo e é destinado aos cofres públicos do Estado, sendo atualmente a principal fonte de recursos do Executivo para investimentos em infraestrutura e habitação nos 141 municípios.
Ainda de acordo com a comissão, "a tendência é que o interrogatório seja aberto ao público e a imprensa, atendendo ao princípio da publicidade e transparência que norteiam as ações dos poderes constituídos".
Em tempo, na semana passada, em oitiva do doleiro Lúcio Funaro, foi realizada em reunião "fechada" - seguindo conforme deputados integrantes da comissão, parecer da procuradoria-geral da Casa de Leis.
Com Assessoria

Ainda não há comentários.
Veja mais:
Segurança aponta aumento de quase 50% nas apreensões de drogas
A inteligência de ser multicor!
Juros altos travam crédito para 80% das indústrias, revela pesquisa
Cortes orçamentários ao ensino e pesquisa públicos em 2026
A nova corrida pela eficiência: por que a gestão de processos volta ao centro da estratégia
TJ manda instituição financeira quitar débitos de veículo
Estado: Hospital Central começa a atender pacientes nesta 2ª feira
Prazo para regularização eleitoral se encerra em 6 de maio
Polícia Civil reforça combate às facções criminosas no Estado
Colapso Teocrático