Da Redação - FocoCidade
Representantes do comércio do Estado reafirmaram a integrantes da bancada do Senado de Mato Grosso, em reunião realizada nesta segunda-feira (5), em Cuiabá, total apoio à Reforma Trabalhista.
O encontro promovido pela Fecomércio contou com a participação dos senadores Cidinho Santos (PR) e José Medeiros (PSD). Wellington Fagundes não participou, mas enviou representante.
A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado pode votar amanhã (6) o relatório da reforma trabalhista (PLC 38/2017), já aprovada na Câmara Federal. Acordo fechado por senadores da base e da oposição ainda na semana passada prevê a votação.
A reunião teve o objetivo de fortalecer o posicionamento da entidade máxima do comércio no Estado, quanto a aprovação da Reforma Trabalhista. “Existe ainda muita falta de informação da sociedade sobre os pontos que serão alterados, porém é preciso deixar claro que nenhum direito trabalhista será revogado. Ao contrário, a reforma vai proporcionar uma atualização das relações trabalhistas, de modo que todos vão sair ganhando”, disse o presidente da Federação, Hermes Martins.
O Senador Cidinho (PR) fez questão de destacar que o voto dos três senadores de Mato Grosso é favorável à aprovação. “Essa reforma vai proporcionar segurança jurídica entre patrão e empregado, fortalecendo o fomento ao emprego e renda e contribuindo para o crescimento da economia. Por isso, os senadores da bancada de Mato Grosso vão votar pela aprovação da reforma”, disse o parlamentar.
José Medeiros (PSD) disse que é necessário o esclarecimento popular sobre o que muda com a reforma. “É muito importante que instituições representativas como a Fecomércio tragam para si esse debate. Nós somos a favor porque a reforma vai atualizar alguns pontos que acabavam por prejudicar tanto empregado quanto empregador”, disse o senador.
O assessor legislativo da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Reiner Ferreira Leite, participou da reunião e reforçou que a reforma não possui nenhum dispositivo que suprime os direitos dos trabalhadores. “Muito pelo contrário, ela permeia e prestigia o acordo coletivo estabelecido na OIT, em relação, inclusive, ao legislado. A CNC entende que a matéria deve prosperar no Congresso Nacional para que a economia do país e geração de emprego e renda venha prevalecer com um ambiente de negócios cada vez mais favorável”, frisou o assessor legislativo da CNC. (Com assessoria)

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