Da Redação - Foco Cidade
Levantamento realizado pelo Sistema de Registro de Ocorrência Policial (SROP) e relatório da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), aponta um quadro de queda nos números de homicídios, roubos e furtos em Cuiabá e Várzea Grande, no início deste ano.
Até esta segunda-feira (30) foram registrados 10 assassinatos, o que representa 41% de mortes a menos do que no mesmo período em 2016, quando foram registrados 17 casos. Também houve queda de 35% nos registros de roubos, passando de 822 para 537 até o dia 30 de janeiro. Os casos de furtos na capital apontam 1.167 registros no ano passado e 999 até nesta segunda-feira.
Os casos de assassinato em Cuiabá foram registrados nos bairros: Centro, Jardim Brasil, Alvorada, Novo Paraíso 2, Pedra 90, Santa Laura, Novo Milênio, Vista da Chapada e na zona rural.
Em Várzea Grande, o número de homicídios é 61% menor do que janeiro de 2016. Em 30 dias deste mês foram 7 casos de assassinatos, contra 18 no mesmo período do ano passado. Os casos de roubos reduziram em 32%, passando de 454 para 309.
Os homicídios foram registrados nos bairros: Jardim Panorama, Planalto Ipiranga, Construmat, Figueirinha, São Mateus, Cristo Rei e Mapim. O último registro foi a morte de José Guimarães da Silva, 52 anos, dentro de um carro.
“Em janeiro de 2017 poupamos 18 vidas em Cuiabá e Várzea Grande, isso tendo como referência o mesmo período do ano passado. Durante o ano de 2016, se comparado com 2015, houve queda de 15% na taxa de homicídios por 100 mil habitantes em Cuiabá, e de 17%, em Várzea Grande. Infelizmente, no último final de semana houve o registro de cinco mortes, fruto de ocorrências de cunho passional, embriaguez e outras formas de motivação, produzindo um final de semana violento, fugindo, assim, da queda acentuada deste tipo de delito”, comentou o titular da Sesp, Rogers Elizandro Jarbas.
As mortes registradas no final de semana serão tema de reunião que ocorrerá nos próximos dias com os dirigentes das instituições de segurança pública da Baixada Cuiabana. “Temos que entender cada caso para que possamos, na sequência, adotar medidas corretivas, mantendo, consequentemente, a redução acentuada dos índices de homicídio”. (Com assessoria)
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