Da Redação - FocoCidade
Por meio de nota, a Assembleia Legislativa tenta defender a imagem arranhada do Poder nas investigações da Operação Convescote, do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), que envolve servidores da Casa de Leis na esteira das investigações.
O Ministério Público acentua que "a operação visa desarticular uma organização criminosa engendrada para saquear os cofres públicos, notadamente recursos públicos da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso e Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, por intermédio da Faespe".
Na nota, a AL afirma que "iniciou um Processo Interno de Auditoria Especial para apurar todo o convênio".
Confira a nota na íntegra:
"A Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT) informa que iniciou um Processo Interno de Auditoria Especial para apurar todo o convênio firmado entre o Poder Legislativo e a Fundação de Fundação de Apoio ao Ensino Superior Público (Faespe) durante os anos de 2015 e 2016.
Essa auditoria tem o prazo inicial de 120 dias. A Assembleia Legislativa reforça, ainda, que a partir de 02 de fevereiro de 2017 não executou nenhum pagamento no referido convênio e que permanece à disposição do Ministério Público para qualquer esclarecimento.
A Mesa Diretora esclarece que não foram cumpridos mandados na sede do Parlamento e que todas as informações relacionadas ao convênio estão disponibilizadas no site da Assembleia Legislativa, em seu Portal Transparência, conforme prevê a Lei de Acesso à Informação."

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