• Cuiabá, 16 de Novembro - 00:00:00

“A administração de Cuiabá não se pauta na política pequena”, diz Emanuel sobre próximo Governo


Da Redação - FocoCidade

Passada a eleição no Estado, a sintonia entre a prefeitura de Cuiabá e o Governo sob comando de Mauro Mendes (DEM) a partir de 2019 deve ser de alinhamento, deixando para trás resquícios da campanha e focando “ações à matriz estruturante da Capital”.

A posição é do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), reiterando entendimento de que “questões de ordem do período eleitoral não devem ser dificuldades e nem se sobrepor aos interesses do cidadão”.

Emanuel Pinheiro foi um dos articuladores da campanha ao Governo do senador Wellington Fagundes (PR), que desbancou o governador Pedro Taques (PSDB) nas urnas. Durante o período da campanha, por vezes o gestor e Mauro Mendes trocaram alfinetadas.

No atual cenário, o prefeito considera "a necessidade de todos, Governo, bancadas federal e estadual, se aterem às matérias e projetos que possam assegurar o pleno desenvolvimento do Estado, dos municípios, e da Capital mato-grossense”.

O prefeito fez questão de frisar que “a administração de Cuiabá não se pauta na política pequena”, lembrando as palavras do ministro da Agricultura, Blairo Maggi, sobre as articulações com apoio de Fagundes, que garantem destinação de R$ 100 milhões às obras do novo Pronto Socorro, devendo ser entregue em dezembro.

A mesma postura foi adotada pelo prefeito após a campanha 2016, quando venceu o adversário Wilson Santos (PSDB), que tinha na figura do governador Pedro Taques seu maior respaldo.

De lá para cá, Emanuel Pinheiro assegurou o tom de ações baseadas na parceria entre prefeitura e Executivo, maximizando assim o poder da administração municipal sobre a plataforma de planejamento – voltada ao leque de ações previstas à Cuiabá 300 anos.

“A posição política de cada um deve ser mantida e respeitada também no contexto de divergências. O que não deve ocorrer é permitir que o viés político domine ou seja contrário aos direitos do cidadão previstos na Constituição e que cabe aos executivos cumprir. Em nome da Constituição é que devemos cooperar à política da justiça social”.