• Cuiabá, 15 de Novembro - 00:00:00

Eleições no Estado devem assegurar vitória de projetos do PSDB, avalia Alckmin


Foto: Chico Ferreira / F5  - Foto: Foto: Chico Ferreira / F5 Foto: Chico Ferreira / F5
Da Redação - FocoCidade

Em evento do PSDB, em Cuiabá, o pré-candidato à presidência da República, Geraldo Alckmin, considerou sua aposta sobre os resultados das eleições no Estado.

De acordo com ele, a direção nacional do partido acredita na reeleição do governador Pedro Taques, e na eleição do deputado federal Nilson Leitão, que é pré-candidato a senador. O ato do PSDB foi realizado na sexta-feira (6). 

"Os números e expectativas que nos foram apresentadas sobre a possibilidade de eleição dois deputados federais e cinco deputados estaduais, nos animam ainda mais", disse ele.

Fazendo uma análise do cenário nacional, ele afirmou que a sigla tem totais condições de sair fortalecida no processo eleitoral de outubro deste ano. Entre os fatos que embasam a análise do tucano está a configuração dos palanques regionais, além das melhores propostas para fazer boas gestões. Alckmin participou de um evento, nesta sexta-feira (06.07), na sede da Federação da Agricultura de Mato Grosso (Famato).

Ele também elogiou elogiou as medidas apresentadas na Câmara dos Deputados pelo deputado federal e pré-candidato ao Senado, Nilson Leitão (PSDB), que defende a redução no número de parlamentares, além de outras medidas, gerando economia aos cofres públicos. “Não tem sentido termos três senadores, 513 deputados federais. Todo mundo em que dar exemplo, nos três poderes”, finalizou.

Questionado sobre o desempenho de seu nome nas pesquisas eleitorais divulgadas nas últimas semanas, Alckmin, ex-governador de São Paulo por quatro gestões, minimizou os números apresentados. “A última eleição, realizada há pouco tempo em Tocantins mostra isso. A uma semana da eleição, quem estava em primeiro lugar e segundo lugar na pesquisa não foi ao segundo turno. As pesquisas neste momento não representam intenção de voto, só saberemos exatamente isso quando o eleitor souber quais são os candidatos, qual é o time, qual é o currículo e quem serão os candidatos de fato”.

Para Alckmin, o grande desafio do país passa pela geração de emprego e aumento na renda do trabalhador. Com as dificuldades para que o Poder Público faça investimentos, o presidente nacional do PSDB classificou como necessária a busca de investimento privado. “O Brasil está em um grande divisor de águas. Ou nós vamos pegar o caminho da eficiência, competitividade crescimento, dobrar a renda dos brasileiros e promover o desenvolvimento ou vamos empurrar os problemas com a barriga e ter problemas logo mais”.

Alckmin lembrou que alguns estados, como São Paulo e Mato Grosso, já deram mostras de como é possível atrair investidores. “Hoje sobra dinheiro no mundo. Precisamos trazer investimento privados em infraestrutura, buscando isso na bolsa de valores, como fiz em São Paulo e o governador Pedro Taques em Mato Grosso, com transparência absoluta. É evidente que com isso vamos ter a agricultura crescendo, agroindústria e indústria”.

Já a geração de empregos poderia ocorrer de forma mais acentuada com a mudança na forma como são cobrados impostos da indústria. Ele deu como exemplo as recentes mudanças promovidas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que reduziu os impostos sob a renda das empresas, o chamado imposto corporativo. “Com isso, as indústrias foram levadas a reinvestir uma parte maior dos dividendos, serviu como um estímulo e podemos fazer isso aqui”.

Entre as propostas já elaboradas pela equipe do pré-candidato, estão mecanismos que podem trazer segurança jurídica e paz no campo. Isso, entende o presidente nacional do PSDB, passa por um papel de protagonismo do Governo Federal na defesa das fronteiras do país.

“O Governo Federal tem que liderar o enfrentamento ao crime, principalmente tráfico de drogas, de arma e contrabando. Fazemos isso com gente, gestão e tecnologia. Vamos ter uma Guarda Nacional permanente e os maiores beneficiários serão os estados de fronteira. A segunda é gestão, sou favorável que libere a questão de posse de arma no campo, que se facilite. Agora, quem tem que fazer inteligência e prender quadrilha é a polícia”. (Com assessoria)